terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Prefeito Rui Palmeira Veta parcialmente Projeto da LDO de 2015...

Prefeitura veta parcialmente projeto da LDO 2015


Maceió
Prefeitura de Maceió
Prefeitura de Maceió
O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), vetou parcialmente o Projeto de Lei nº 6.678/2014, que dispõe sobre as diretrizes de elaboração da Lei Orçamentária Anual de 2015. O veto foi publicado no Diário Oficial do Município (DOM), edição desta segunda-feira, 19.

Segundo a nota emitida pelo Executivo ao Legislativo, as motivações para anular as emendas 36 e 37 são insuficientes e não possuem base jurídica. 

“Do ponto de vista estritamente jurídico é possível que o remanejamento, transferência e transposição e criação de créditos suplementares ou adicionais seja previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias para sua posterior inclusão na Lei Orçamentária Anual, pois atende às exigências da Constituição Federal de 1988 e na Legislação Infraconstitucional”, diz a nota.

O artigo 36 diz que o poder municipal está autorizado a transpor, remanejar, ou transferir recursos desde que exista prévia autorização legislativa para tanto. 

Já o artigo 37 prevê expressamente a possibilidade de previsão na lei orçamentária anual de autorização para abertura de créditos suplementares ou adicionais.

O PL foi encaminhado, com os devidos vetos, para a Câmara Municipal de Maceió (CMM).


Fonte:Alagoas 24 Horas

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Até tu Collor? O Povo Alagoano não merece isso!

Senador Collor será denunciado por envolvimento na Lava Jato

PF encontrou depósitos de R$ 50 mil para ex-presidente na Lava Jato

 A Procuradoria-Geral da República deve denunciar o ex-presidente da República e senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) no início de fevereiro, quando pedidos de investigações contra políticos envolvidos na Operação Lava Jato serão enviados ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Segundo a Folha apurou, autoridades responsáveis pelo caso consideram já haver ''elementos suficientes'' para denunciar o senador, sem a necessidade de se colher novas provas por meio de um inquérito, o que está sendo chamado de ''denúncia direta''.

Em 2014, policiais federais encontraram no escritório do doleiro Alberto Youssef, em São Paulo, oito comprovantes de depósitos para o senador, que somam R$ 50 mil. Todos os depósitos foram feitos em dinheiro vivo nos dias 2 e 3 de maio de 2013.

Logo que as acusações vieram a público, em maio de 2014, Collor subiu à tribuna do Senado para se defender. Sem explicar a origem de comprovantes dos depósitos de R$ 50 mil em sua conta, ele negou conhecer ou manter 'relacionamento pessoal ou político' com o doleiro.

Disse ser vítima de uma campanha difamatória da mídia, que não se 'conforma' em vê-lo inocentado das acusações que levaram a seu impeachment, em 1992.

Fonte:Cada Minuto

sábado, 10 de janeiro de 2015

Campanha de Filiação da AACEM

Campanha de Filiação da AACEM


A AACEM está em plena Campanha de Filiação para os ACE de Maceió;pedimos aos ACE que entre em contato com os Diretores da AACEM:

- Normande Monteiro Jr. (8830-2129);
-Arnaldo Luiz Lima(8851-7617);
-Nivaldo Sales (8873-8835).

Vamos fortalecer a nossa Associação,em prol das Lutas Trabalhistas!

Nesta segunda-feira,o companheiro Arnaldo Luiz estará no Benedito Bentes l e ll ;Reforçando assim,o compromisso da AACEM com os Ace da região distrital e de toda Maceió.

Ace unidos,Ace fortes!

Vamos levantar essa bandeira de Luta!

Dias melhores virão!

A Diretoria!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

AACEM Informa : Vale Transporte

AACEM INFORMA - VALE-TRANSPORTE DE MACEIÓ (CORRIGIDO)
.
Segundo a SMS, os vales-transporte de Maceió deverão ser creditados na próxima segunda-feira, 12 de janeiro. Enquanto isso não se cumprir, os ACEs de Maceió, estarão isentos de comparecerem ao trabalho, sem risco de terem seu ponto cortado.
.
A Diretoria

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Veja o que muda com o novo salário mínimo...

Veja o que muda com o novo salário mínimo de R$ 788


 G1

O reajuste do salário mínimo, que passou de R$ 724 para R$ 788 no primeiro dia do ano, também aumenta o valor de benefícios e serviços que usam o piso como referência. Veja onde o aumento de R$ 64 (ou 8,8%) reflete. 

Seguro-desemprego:

O aumento do salário mínimo reajustou o valor do seguro-desemprego – cuja parcela mínima passa de R$ 724 para R$ 788. O benefício foi instituído em 1990 e é concedido ao trabalhador desempregado sem justa causa.

Abono salarial:

O benefício equivale a um salário mínimo vigente, ou seja, subiu de R$ 724 para 788. O abono é pago anualmente aos trabalhadores que recebem remuneração mensal de até dois salários mínimos. Atualmente o dinheiro é pago a quem tenha exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias consecutivos ou não, no ano.

Contribuições ao INSS: 

Para as empregadas domésticas que recebem salário mínimo, e que recolhem 8%, a contribuição passa de R$ 57,92 para R$ 63,04. A parte do patrão, que contribui com 12% do salário, sobe de R$ 86,88 para R$ 94,56. Se recolher as duas partes, pagará R$ 157,60.
No caso de quem aderiu ao plano de contribuição simplificada (para donas de casa e estudantes, por exemplo), o recolhimento ao INSS, que era de é de R$ 79,64 (11% sobre o mínimo), passa para R$ 86,68.

Seguro-defeso:

O seguro-defeso é um benefício de um salário mínimo pago para os pescadores que exercem atividade exclusiva e de forma artesanal. O valor é concedido nos períodos em que a pesca é proibida para permitir a reprodução da espécie. O benefício passa de R$ 724 para R$ 788.

Ações nos juizados:

O reajuste do mínimo ainda afeta o teto permitido para se ajuizar uma ação. No Juizado Especial Federal, por exemplo, pode entrar com ação, sem advogado, quem tem valor a receber de até 60 salários mínimos. De R$ 43.440, o limite passa a ser de R$ 47.280.

No Juizado Especial Cível, o valor das ações também é calculado com base no mínimo. Quem quiser entrar com ação que envolva até R$ 15.760 (ou 20 salários mínimos), sem advogado, está liberado. Em 2014, o teto era de R$ 14.480.

Fonte: G1

Grevel Geral :Correios

Servidores dos Correios paralisam atividades na capital e interior

Assembleia dos servidores dos Correios

Assembleia dos servidores dos Correios
 
Os carteiros voltam a cruzar os braços e nos primeiros dias de 2015 anunciaram a paralisação da entrega de correspondências e encomendas na capital e interior de Alagoas. A mobilização teve início à meia noite desta terça-feira, 6, com o fechamento da Central de Distribuição, no bairro do Tabuleiro, e se entenderá por período indeterminado. 

De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Altannes Holanda, médicos e hospitais credenciados ao novo plano de saúde estão deixando de atender os servidores dos Correios. “O motivo é muito simples, a empresa do plano de saúde não está repassando o dinheiro. O que acontece é que estão descontando da gente e não estão repassando”, destacou.

Ainda segundo Holanda, uma servidora esteve em um dos hospitais credenciados para atendimento de urgência e lhe foi negado atendimento. “E não foi só ela, isso é apenas um caso, vários médicos já não atendem mais e hospitais muito menos”, assegurou. 

O imbróglio se dá após a troca de empresa que gerencia os planos de saúde. Segundo Holanda, antes era gerenciado pelos próprios Correios e agora é por uma empresa privada. O presidente assegura que a empresa não repassa os recursos desde novembro e que não tem previsão. 

Esse impasse foi responsável por várias paralisações, inclusive, greves durante o ano de 2014. Holanda assegura ainda que enquanto a situação não for resolvida outras paralisações e greves serão decretadas. 

Em decorrência da paralisação, postagem de correspondências e encomendas não estão sendo realizadas. Segundo Holanda, a distribuição retornará ao normal apenas quando os repasses forem normalizados e o atendimento restabelecidos. 

“Não queremos prejudicar a população, mas a única coisa valiosa que temos é a nossa saúde e ela esta sendo jogada no lixo. A empresa só quer saber de explorar, mas no momento de garantir um direito conquistado por nossas lutas eles se fazem de omissos”, finalizou.

Fonte :Alagoas 24 hs

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Governo Federal altera regras para concessão de pensão por morte

Governo altera regras para concessão de pensão por morte



O governo editou na noite da última terça-feira (30) medida provisória com novas regras para a concessão de pensão por morte.

Além de critérios mais rigorosos para a concessão, a MP 664/2014 prevê a redução de benefícios em alguns casos. Com essas alterações e mais mudanças no seguro-desemprego, previstas na MP 665, o governo pretende economizar cerca de R$ 18 bilhões por ano a partir de 2015. As alterações ainda terão de passar pelo Congresso para não perder a validade.

Uma das novas regras é a carência de 24 meses de contribuição para a concessão de pensão por morte. Isso significa que o benefício só será concedido ao cônjuge, companheiro ou companheira se o segurado, ao morrer, tiver contribuído com a Previdência Social por esse período mínimo. Antes essa carência não existia e o beneficiário tinha o direito de receber a pensão a partir de uma única contribuição mensal do segurado.

Também passa a valer o tempo mínimo de dois anos de casamento ou união estável para que o cônjuge receba a pensão por morte. A exceção é para os casos em que o trabalhador morra em acidente depois do casamento ou para o caso de o cônjuge ser considerado incapaz por doença ou acidente, ocorridos também após o casamento.

Cálculo

A nova regra de cálculo do benefício também estipula a redução do atual patamar de 100% do salário de benefício para 50%  mais 10% por dependente. Uma viúva com um filho do segurado, por exemplo, receberá 70% do valor (50% mais 10% referentes à mãe e 10% ao filho).

O benefício do cônjuge não será mais vitalício em todos os casos. A duração depende da idade. Segundo o Ministério da Previdência Social (MPS), apenas pessoas com mais de 44 anos receberão o benefício para sempre. Essa idade pode mudar conforme a expectativa de vida  da população brasileira for atualizada pelo IBGE.

Essa medida, segundo o governo, tem o intuito de estimular que o dependente jovem busque seu ingresso no mercado de trabalho, evitando o aumento de despesa nas contas da Previdência para pessoas em plena capacidade produtiva.

A MP também prevê que não receberá pensão o dependente que matar o segurado intencionalmente (homicídio doloso). Ainda segundo o MPS, as regras para o benefício de pensão por morte instituídas para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) também passam a valer para os servidores públicos.

Auxílio-doença

Quanto ao auxílio-doença, a MP prevê um teto para o valor do benefício, limitado à média da soma dos 12 últimos salários de contribuição. A intenção é evitar situações em que o valor do benefício fica acima do último salário que o segurado recebia, o que faz com que muitos segurados não se sintam estimulados para voltar ao trabalho.

Outra alteração deve gerar mais despesas para os empregadores. O prazo para que o afastamento do trabalho gere um auxílio-doença, pago pelo INSS, passou de 15 para 30 dias. Isso significa que afastamentos entre 15 e 30 dias, que antes eram pagos pelo INSS, agora serão de responsabilidade das empresas.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)