segunda-feira, 1 de julho de 2013

O SIMACEM DENUNCIA O DESCASO DAS AUTORIDADES...DILMA,DILMA...SE O HU(HOSPITAL UNIVERSITÁRIO) FECHAR SERÁ UM CAOS NA SAÚDE DOS MACEIOENSES E ALAGOANOS...O SIMACEM PEDE AO DR. JOÃO MARCELO,AO PREFEITO RUI PALMEIRA,SR. GOVERNADOR TÉO VILELA QUE NÃO DEIXE O H.U. FECHAR!!!

Saúde em Maceió sucumbe de vez se o Hospital Universitário fechar

HU é administrado pela Ufal e recebe recursos federais através da Secretaria Municipal de Saúde


Hospital Universitário, em crise constante, atende pacientes do SUS, de todo o Estado, e dá apoio fundamental ao sistema de saúde de Maceió

O eventual fechamento do Hospital Universitário de Maceió, hipótese que tem sido especulada com freqüência, agravaria consideravelmente o caótico quadro da saúde na capital alagoana, conforme avaliação do secretário municipal João Marcelo Lyra.
Ouvido pela reportagem do Primeira Edição, o titular da Pasta Municipal da Saúde afirmou que a desativação do HU teria “conseqüências negativas incomensuráveis” para o setor.
- Sem o Hospital Universitário haveria um colapso do sistema de saúde de média e alta complexidade – disse ele acrescentando: “As consequências negativas seriam incomensuráveis para todo o sistema de saúde com perda de parte importante de serviços essenciais como maternidade, várias especialidades, inclusive oncologia, cirurgias e muitos outros”.
AGONIA
O Hospital Universitário Professor Alberto Antunes em Alagoas está acometido de ‘doença crônica’ e muitos de seus pacientes chegam a dizer que avistam a ‘morte dele chegando’. Problemas como falta de médicos e enfermeiros, remédios e equipamentos são alguns dos sintomas que indicam o estado crítico da unidade que ao longo dos anos presta à população alagoana.
Administrado pela Universidade Federal de Alagoas, o Hospital Universitário Professor Alberto Antunes é um órgão de apoio acadêmico vinculado ao gabinete do reitor, conforme regimento interno da instituição.
O HU dá todo o suporte aos atendimentos de média e alta complexidade de todo o Estado para os pacientes do Sistema Único de Saúde, um serviço que também se estende à urgência e emergência materno-infantil.
Todo atendimento realizado no hospital é feito por médicos, já que a atuação dos estudantes de Medicina se dá apenas por meio do estágio prático de aprendizado. A assessoria do hospital explica que o estágio é aberto de acordo com a demanda das unidades acadêmicas e é ofertado não somente para estudantes de Medicina, mas também para outras áreas relacionadas com o serviço de assistência em saúde.
FINANÇAS
Os recursos financeiros que mantém o HU vêm por meio de repasse mensal de um contrato firmado entre o hospital e a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió. De acordo com a assessoria do HU, o valor desse repasse é variável, sendo definido de acordo com a produção mensal do HU no SUS. O valor mensal oscila entre R$ 1.600.000,00 e R$ 1.900.000,00 e esses valores provenientes da contratualização não atrasam.
A assessoria informou ainda que o atraso ocorrido neste primeiro semestre, o que agravou a crise do hospital, atingiu os recursos orçamentários e de outros convênios, tudo, conforme assinalou, em conseqüência do atraso na aprovação do orçamento da União.
GESTÃO 
O secretário João Marcelo Lyra explicou que a Prefeitura, por ter gestão plena do sistema público de Saúde de Maceió, recebe parte dos repasses federais oriundos do Ministério da Saúde, por isso, efetua o repasse mensal ao Hospital Universitário.
- Estamos paulatinamente ampliando essa aliança por meio de convênios firmados entre a SMS, Sesau e HU visando à otimização e ampliação dos serviços de radiologia, oncologia e maternidade. Por meio desse alinhamento inédito é que esperamos disponibilizar uma saúde cada vez mais digna e humana para a população – disse o secretário João Marcelo.

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